Media Training

5 comportamentos que levam à gafe e colocam em risco a imagem do comunicador

Todo cuidado é pouco para não cair na própria armadilha da prática dos vícios

Administrar o emocional num momento de crise é um dos maiores desafios de um comunicador. Seja em uma reunião de amigos, de negócios, numa apresentação em público ou entrevista para a imprensa, a pessoa que está em destaque deve ter consciência de que o respeito pelo outro é prioridade. Se esse aspecto não tiver relevância para quem foge do aprimoramento pessoal, é importante lembrar que qualquer deslize pode impactar na imagem de quem agride, ostenta e humilha, comportamentos que destroem a reputação de qualquer um.

A seleção que fiz para ilustrar a orientação oferecida nesse artigo mostra trechos de entrevistas em que os entrevistados passaram dos limites, faltaram com o respeito com jornalistas e o público que assistia as reportagens e se colocaram numa posição muito delicada no que diz respeito ao nível de reputação. O caminho para a recuperação é o autoconhecimento, a prática de virtudes e a consciência do papel enquanto agente político, artista ou servidor público.

Confira 5 comportamentos que levam à gafe:

1. COMPARAÇÃO
Ao comparar, o orador se coloca em vantagem sobre o outro e se esquece que isso mostra o pior lado de alguém que não exercita a empatia e se julga superior.

2. PRECONCEITO
O que você acredita será dito num momento ou outro, por isso o caminho é a autotransformação. Não adianta saber que não pode ter preconceito, é preciso refletir sobre as crenças e fazer ajustes.

3. DESQUALIFICAR O OUTRO
Quem nasceu sabendo? Posicionar-se de forma a mostrar que o outro tem menos habilidades e, ainda por cima ao vivo e numa emissora de tv, é o pior investimento que alguém pode fazer CONTRA a sua própria imagem.


4. AGRESSÃO VERBAL
Nada pode explicar uma agressão verbal de um entrevistado a um jornalista ou qualquer outra pessoa. As relações devem ser respeitosas. Não gostou da pergunta? Capriche na resposta. Acha que o repórter foi capcioso e constrangeu? Ofereça argumentos consistentes para desarmá-lo no discurso e não com o uso da língua felina. De novo, esse tipo de atitude só depõe contra a imagem de quem agride.

5. AGRESSÃO FÍSICA
Agressão física também é passível de processo criminal. O porta-voz que tem juízo e respeito por si mesmo, em primeiro lugar, não se expõe dessa forma. A atitude só mostra que QUEM DEVE, TEME!

A vida convida a todos, diariamente, a sermos melhores pessoas. Quem escolhe o caminho questionável dos vícios e deixa de praticar virtudes está a contribuir para a derrocada da própria imagem, o que pode impactar na carreira e na vida pessoal.

No meu livro sobre Media Training, eu conto mais histórias que mostram personagens com comportamento equivocado e dou as orientações profissionais para evitar situações embaraçosas. Leia em Backstage!

Aurea Regina de Sá

Aurea Regina de Sá é jornalista e coach de comunicação, especializada em Media Training.

Comentar

AUREA REGINA DE SÁ

Jornalista e Coach de Comunicação, especializada em Media Training.

Saiba mais
Aurea na imprensa

Podcast de hoje

Baixe seu ebook agora e transforme a sua comunicação!

Siga-me nas redes sociais!

Alguns clientes