3 minutos De zero a 10,  quanto a visibilidade assusta você? Numa roda de amigos, durante uma reunião de trabalho ou numa apresentação em público você pode estar em evidência. E isso é ruim? Já parou pra pensar o motivo de não aceitar o lugar de destaque? Estar visível assusta muita gente. ‘Toda aquela plateia olhando pra mim’, ‘não sei o que eles pensando’, ‘tenho medo de errar’, ‘talvez eu queira sair correndo’, ‘eu preciso me sentir seguro e protegido e essa condição me Continue lendo

2 minutos Existe ódio entre os diferentes. Por mais que haja um movimento mundial a favor da humanização e avance lentamente a luta pelos direitos iguais, a crucificação do antagonista ainda é o comportamento mais comum, especialmente nas redes sociais. O teclado livre para desenhar os adjetivos mais grotescos ajuda a construir julgamentos preconceituosos e quase sempre injustos. Quanta maldade pode existir num ser humano que critica como se estivesse acima de qualquer suspeita, que condena como se fosse o mais perfeito de todos. Continue lendo

2 minutos A fofoca vem da inveja. O sujeito pode admirar alguém por ter atingido aquilo que ele ainda não conseguiu, por isso prefere falar mal para que o outro não apareça tanto e o incomode. Inveja é vício, um dos piores se é que dá pra classificar. Quem fofoca tem espírito baixo, não curte muito o ambiente saudável e prefere ver o circo pegar fogo a contribuir para o bem. Quem faz fofoca resolveu investir tempo no outro e não em si mesmo. Continue lendo

3 minutos Incapacidade pode ser um estado físico ou emocional. Se eu preciso, por exemplo, carregar um piano, não vou conseguir fazer isso sozinha, claro, e tudo bem se eu me sentir incapaz pra essa tarefa.  Mas, quando se trata de uma sensação de incapacidade emocional, é importante avaliar o quanto isso é real ou se está sendo reforçado pelo vocabulário. Muita gente usa as palavras de forma negativa e isso ajuda a fortalecer o estado emocional. Sem perceber está repetindo frases que se Continue lendo

3 minutos O óbvio, que muitas vezes o outro não enxerga, pode não ser tão óbvio assim. O que é evidente pra um pode necessitar de mais detalhes ou outra forma de explicar para que o outro perceba, assimile e entenda. Quantos desentendimentos são iniciados por que um não entende o outro? Problemas de comunicação, as pessoas dizem. Assim é na empresa, em casa, com os amigos. Se substituirmos o termo problema por desafio, então teremos desafios de comunicação. Sempre, a comunicação é sempre Continue lendo

menos de 1 minuto   PARA EU FAZER Só índio diz: ‘Para mim fazer; para mim estudar’. Mim não faz nada, nem estuda. Antes de verbo no infinitivo (amar, crer, insistir, propor,) use EU.   BENEFICENTE X BENEFICIENTE O correto é BENEFICENTE E BENEFICÊNCIA. O ‘i’ intruso, usado para dizer beneficiente e beneficiência está ERRADO.   EU CURTI, VOU CURTIR O ‘r’ final dos verbos não foi abolido. Diga: ‘Eu curti’, ‘Você curte’, ‘Eu vou curtir’. E mais: ‘Eu vou estudar’ e não ‘vou Continue lendo

4 minutos Chata é a pessoa que ninguém quer por perto. Ninguém quer ser um chato. Mas como reconhecer que você está sendo? O autoconhecimento é o caminho. Perceber-se e entender as reações do outro pode te ajudar a ter um novo comportamento para deixar de ser o chato da turma. 1- toma conta da conversa, falando demais e sem parar, sem dar espaço para o outro A conversa é de duas ou mais pessoas e, pra que seja realmente um diálogo, deve existir Continue lendo

3 minutos Praticamente todo mundo usa gíria. O fenômeno da linguagem se popularizou depois da década de 60, quando comunicadores mais rebeldes resolveram contestar a língua tradicional e começaram a soltar verbetes considerados ousados. Originária de grupos, a gíria é uma palavra comum que substitui termos oficiais. Normalmente é um vocábulo regional, espalhado com facilidade pelas redes sociais, novelas, programas populares de grande audiência da tv e até telejornais (entrevistados). Preferida pelos adolescentes, a gíria é usada por pessoas de qualquer idade, independente da Continue lendo

4 minutos Eu ‘virei a chave’ há muito tempo e vivo me policiando para me manter uma pessoa positiva, mesmo diante de tantas notícias trágicas e problemas. Aliás, eu mudei minha história profissional, porque não suportava mais ter contato com tanta desgraça. Como repórter de tv, durante 15 anos convivi diariamente com notícias negativas que acabaram contaminando a minha energia. Então, eu disse: chega! Eu não aguentava mais. Eu realmente precisava fazer algo que contribuísse com a vida das pessoas. Depois que pedi demissão, Continue lendo